“Porém, durante todo o tempo em que ele estava na prisão, a igreja fazia a Deus uma fervorosa oração pela segurança dele.” (A...
“Porém, durante todo o tempo em que ele
estava na prisão, a igreja fazia a Deus uma fervorosa oração pela segurança
dele.” (At 12.5 - Bíblia Viva)
Dentro de uma
cultura que busca o bem-estar próprio e o estar localizado dentro da “zona de
conforto”, muitos demonstram indiferença em relação àqueles que têm sofrido em
prol do Evangelho. Recebemos notícias dos cristãos perseguidos e do quanto a
Igreja Sofredora tem padecido, e o que fazemos? Lamentamos. Oramos juntos
ligeiramente, na hora do culto, e depois voltamos para casa e nos esquecemos do
assunto. Essa frieza de ânimo, essa ausência de real incômodo e contrariedade,
frente à situação dos nossos irmãos, é indiferença.
Quantos homens e
mulheres têm perdido suas vidas tentando difundir o Evangelho? Quantas viúvas e
órfãos de líderes cristãos estão necessitando do nosso socorro? Mas não é conosco,
por isso não nos envolvemos.
Enquanto Pedro
estava preso, prestes a ser executado por Herodes, após a morte do apóstolo
Tiago, irmão de João, a igreja se mobilizou em oração, em prol de sua
segurança, e o Anjo do Senhor o acordou, livrou-o das correntes e o colocou
fora da prisão.
É isso, Igreja de
Cristo! A oração move os céus e a liberdade vem para os encarcerados.
Precisamos colocar em prática o que pregamos e cantamos: “Somos um grande
exército pronto para guerrear”. Somos o corpo de Cristo. Frieza e indiferença
não podem “caber em nosso dicionário”. Envolvamo-nos e façamos a diferença!
Rônia
Malafaia
Membro da Casa de Oração da Cehab - Itaperuna/RJ




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