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Compreendendo o Apocalipse - Estudo 03



Apocalipse 4 e 5

O GRANDE TRONO DE DEUS E O LIVRO SELADO COM SETE SELOS

COISAS QUE DEVEM ACONTECER (4.1)

De forma clara vemos agora pelo texto bíblico, Deus trazendo a João a revelação das coisas que “devem acontecer”. É a partir desse ponto do livro, que Deus trará a sua mensagem de alegria para os salvos e juízo e condenação para os que rejeitaram o plano de Salvação através de Cristo.

JOÃO FOI AO CÉU ARREBATADO EM ESPÍRITO (4.2)

            Ninguém conseguiria ver e suportar o que João viu num corpo humano. Deus em sua infinita grandeza, graça e misericórdia, levou João ao céu em espírito; ele teve uma visão:

JOÃO VIU...

v Coisas que devem acontecer; (4.1)
Uma revelação mostrando a João, que Deus tem o controle de todas as coisas. O domínio pleno é do Senhor em toda a história. O Senhor todo poderoso governa todas as coisas segundo os Seus propósitos.

v Um trono no Céu; (4.2)
Trono significa autoridade, poder, domínio, honra e glória.

v A santidade e a justiça de Deus; (4.3)
João descreve o esplendor e majestade de Deus mencionando dois de seus atributos: Quem ele vê é semelhante à pedra de jaspe¹ (algo parecido com diamante branco e translúcido). Essa pedra branca, pura e cristalina, representa a santidade de Deus. Já o sardônico, uma variedade de calcedônia, com cor castanha a castanha avermelhada, representa o juízo de Deus. Assim, Deus é santo e justo.

v A graça e a misericórdia de Deus; (4.3)
É visto por João também um arco-celeste, que se parecia com uma esmeralda. Aqui vemos a graça e a misericórdia de Deus para com todos que foram justificados pela Graça de Cristo. Esta é a aliança instaurada de Cristo para com a Sua Igreja. Aleluia!

v Um trono de juízos; (4.5)
Logo após João ver o arco-celeste, ele contempla relâmpagos, vozes e trovões. Aqui temos o simbolismo do juízo e a ira de Deus! João vê também diante do trono sete lâmpadas de fogo acesas, as quais são os sete espíritos de Deus. Aqui temos representado a grandeza e sabedoria do Espírito que tudo vê e que é fogo consumidor contra os ímpios e santificador para com os que foram justificados pela Graça de Cristo.
_______________________________________________________
1.      A cor do jaspe pode variar muito. Normalmente se apresenta na cor vermelho-tijolo ou vermelho acastanhado. Contudo, podem aparecer também nas cores acinzentados, negos, amarelos ou brancos. Facilmente a pedra jaspe adquire as cores dos minerais à sua volta, porque, como todos os quartzos, é uma forma de sílica. A pedra possui pequeninos poros, que apesar de submicroscópicos, absorvem fragmentos de outros materiais em sua própria estrutura física, (mas não química). Os estudiosos defendem que na revelação do Apocalipse a cor dessa pedra é branca, sem as impurezas que existem na Terra.

  v  Uma multidão de salvos de todas as tribos, povos línguas e nações; (4.6)

João vê também “...um como mar de vidro”. Muitas são as interpretações apresentadas para essa figura simbólica. Olhando o contexto bíblico, “mar” representa povos, multidões, nações, línguas em seu estado de necessidade da manifestação da glória de Deus. Veja: Ap 13.1; Ap 17.15; Esse “... como um mar de vidro”, que João viu, pode representar as multidões de todos os povos tribos línguas e nações que foram salvos pelo Sangue do Cordeiro e que se encontraram nos céus diante do trono de Deus. (Ap 7. 9,10). O mar celestial visto por João é claro e puro, em contraste com as águas agitadas e imundas dos mares terrenos aqui deste mundo e que representam o estado caótico e perdido dos homens que estão afastados da glória de Deus.

OS QUATRO SERES VIVENTES (4. 6-9)

            No meio e ao redor do trono de Deus, João vê quatro seres viventes, cheios de olhos por diante e por detrás. João descreve a aparência desses seres que viu dizendo que o primeiro era semelhante a um leão, o segundo a um novilho, o terceiro tinha rosto de homem e o quarto se parecia com uma águia voando. Dentre as muitas interpretações sobre quem são esses quatro seres, a mais coerente com o contexto bíblico diz que eles representam seres angelicais; os quatro seres vistos por João são querubins, uma ordem superior de anjos. O louvor que apresentam ao Senhor é o mesmo visto em Isaías 6. 1-4, proferido pelos Serafins. Já a descrição vista por João como leão, novilho, homem e águia representa: Fortaleza, capacidade para servir, inteligência e rapidez. Note que há um paralelo profundo dessa visão com Ezequiel capítulo 1. Observando ainda que essas características são amplamente atribuídas aos anjos na Bíblia. (Sl 103.21; Hb 1.14; Dn 9.21; Lc 12.8; 15.10.
            Lembramos também que o número quatro no livro do Apocalipse sempre está ligado à criação. Portanto, entendemos também que esses quatro seres viventes representam toda a grandeza da natureza criada por Deus. O leão representando os animais selvagens, o novilho os animais domésticos, a águia todas as aves e o homem a coroa da criação de Deus. Há na Bíblia referências de que toda a criação louva ao Senhor. (Sl 19.1-2; Sl 103.22; Sl 148).

            Devemos observar que o mais importante na visão que João teve é a de que os quatro seres viventes adoram a Deus sem cessar e em seu louvor eles declaram que Deus é santo, onipotente e eterno.

VINTE E QUATRO TRONOS E VINTE E QUATRO ANCIÃOS (4.4; 10,11)

            João também viu vinte e quatro tronos com vinte e quatro anciãos assentados neles. A melhor intepretação diz que esses vinte e quatro anciãos representam a Igreja em sua totalidade diante de Deus. (Os doze patriarcas – Antigo Testamento e os doze apóstolos – Novo Testamento). Observe que o texto diz que os anciãos estão de vestes brancas o que revela a justificação e se encontram sentados em tronos para reinar e julgar. Eles possuem também coroas de ouro. Os vencedores são coroados (Ap 2.10; 3.11). Essa interpretação está alinhada com passagens bíblicas que afirmam que os eleitos de Deus são reis e sacerdotes (I Pe 2.9). E também aos fiéis serão dadas vestes brancas. (Ap 3.4).

TODA A IGREJA ADORA AO CORDEIRO (4.10,11)

            Junto dos vinte e quatro seres viventes, os vinte e quatro anciãos também adoram ao que está assentado sobre o trono. Olhando para os vinte e quatro anciãos como representantes da Igreja de Cristo, vemos claramente aqui como toda a Igreja de Cristo adora a Deus o Todo Poderoso de forma plena na Glória: Eles se prostram diante de Deus; Lançam suas coroas diante de Deus em sinal de submissão, pois não vieram por seus próprios méritos e declaram que quem está assentado no Trono é Senhor e Deus, o criador de todas as coisas e soberano em sua vontade.

O CORDEIRO EXALTADO E O LIVRO SELADO COM SETE SELOS (5.1...)

João vê na mão direita de Deus um livro (Rolo - pergaminho)

v O livro – Esse livro representa o plano eterno de Deus e seus decretos sobre todas as coisas. (5.1)

v Escrito por dentro e por fora – Representa que nada foi omitido ou esquecido. (5.1)

v Selado com sete selos – Os sete selos representam a perfeição; o livro estava perfeitamente fechado e só poderia pelo destinatário, digno do mesmo. (5.1)

v O desespero e consolo de João – João se desespera e chora ao saber que ninguém podia abrir e nem olhar para o livro. Ele recebe o consolo de um dos anciãos ao saber que o Leão de Judá, a Raiz de Davi, venceu e é capaz de abrir o livro e desatar os sete selos. (5.4-6)

v “Um Cordeiro como havendo sido morto” – Aqui está revelado a vitória de Cristo, conquistada na cruz. (5.6)

v “Sete chifres” – Chifres na Bíblia simbolizam poder e força. Aqui sendo sete, representa algo completo. Ele é totalmente forte e poderoso. Cristo é Onipotente, Onisciente (Sete olhos que são os sete espíritos de Deus enviados a toda a terra). (5.6)

v O Cristo exaltado no meio do trono – Quando de sua ascensão ao céu, Jesus foi coroado e foi lhe dado autoridade para o cumprimento dos decretos eternos de Deus. Ele recebeu do Pai o reino, Foi exaltado e lhe dado um nome que é sobre todo o nome. (Sl 2; Sl 110; Dn 7. 9-14; Lc 19.12; Hb 2.8,9; Fl 2. 6-11). Jesus foi coroado e se assentou a destra do Pai (Ap 22.1), pois Ele é igualmente e totalmente Deus. (5.6)

v Deus entrega o livro nas mãos do Cordeiro – Que revelação linda! Jesus tem o livro da história em suas mãos! A história só faz sentido através de Cristo. Ele e somente ele é digno de desatar os sete selos, o que significa que Ele é o único que pode cumprir os planos de Deus. (5.7)

v Uma explosão de adoração – Assim que o Cordeiro pega o livro, ocorre uma explosão de adoração vista nos céus e também na terra. (5. 8-14)

Que mensagem maravilhosa para nós a Igreja! Fomos comprados através do precioso sangue de Cristo através da sua morte e ressurreição! O nosso amado Jesus tem o livro da história em suas mãos! Nele, aleluia, somos mais que vencedores!

 OS SETE SELOS NO APOCALIPSE

Apocalipse 6 e 7

            Essa é a interpretação no contexto da corrente escatológica Pre-milenista dispensacionalista e que defende a visão Pré-tribulacionista do arrebatamento da Igreja.
           
  v  O Primeiro selo – O cavalo branco;

O cavalo branco representa o Anticristo que seduzirá as nações. O primeiro selo compreende os 3 primeiros anos e meio da falsa paz que o Anticristo irá instaurar em todo o mundo após o arrebatamento da Igreja.

  v  O Segundo selo – O cavalo vermelho;

O cavalo vermelho representa as guerras que serão instauradas pelo Anticristo à partir da metade da grande tribulação e grande perseguição aos judeus;

  v  O Terceiro selo – O cavalo preto;

O cavalo preto representa uma grande fome que será instaurada em todo o mundo após as guerras e o domínio do Anticristo com a imposição da “marca da besta”, para que as pessoas possam comprar e vender.

  v  O Quarto selo – O cavalo amarelo;

O cavalo amarelo com seu cavaleiro representa o grande número de mortes que acontecerão na grande tribulação pelas mais diversas causas.

  v  O Quinto selo – A visão dos mártires na glória;

João vê os Mártires da grande tribulação. Ele vê os que estão morrendo por causa da grande perseguição imposta pelo Anticristo.

  v  O Sexto selo – Grandes e terríveis desastres naturais;

Grandes e terríveis desastres naturais tais como: terremotos, eclipses, queda de estrelas e um grande pavor e desespero é instaurado em todo o mundo. Muitos morrerão e muitos desejarão morrer diante dos juízos de Deus sobre a terra.

  v  Interlúdio – Os Cento e quarenta e quatro mil selados por Deus; (Cap. 7)

Entre o sexto e o sétimo selo, João tem a visão dos judeus que se converterão na grande tribulação e serão selados, isto é, protegidos por Deus nesse período. Ele vê também os mártires de todas as nações que serão martirizados pelo Anticristo.

  v  O Sétimo selo – As sete trombetas;

Com a abertura do sétimo selo, sete anjos tocarão as sete trombetas, que representam mais sete juízos de Deus, que assolarão o mundo.


Conclusão:

    Jesus Cristo, Aquele que venceu a morte e o inferno para nos livrar da pena do eterna do pecado, é o personagem principal para o cumprimentos dos decretos e propósitos do nosso amado e eterno Deus.

Pr. Waldyr do Carmo

Bibliografia geral, no na lição 11


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Compreendendo o Apocalipse - Estudo 02 (Sete cartas para sete igrejas)


Apocalipse 2 e 3

PORQUE SETE IGREJAS?

            Talvez a pergunta que não queira calar seja: Por que sete igrejas? Entendemos essa realidade quando nosso olhar se volta para a presença do número “sete” no livro. Pelo menos 54 vezes esses número é mencionado no livro. Olhando para o “Sete no Apocalipse”, vemos claramente esse número representado a “totalidade”. O sete aponta para a perfeição, grandeza e soberania de Deus. Logo, além das “sete igrejas da Ásia” terem sido as destinatárias das cartas, essas igrejas são também uma figura (representação), de todas as igrejas de todas as épocas.

UM PADRÃO DE ORGANIZAÇÃO NA ESTRUTURA DAS CARTAS

Willian Hendriksen, livro Mais Que Vencedores, observa que as cartas que foram escritas a essas igrejas, tiveram um padrão estrutural.

1.    Saudação e destinatário: “Ao anjo da Igreja em Éfeso…” (2:1,8,12,18; 3:1,7,14);
2.    Autodesignação de Cristo: “Aquele que conserva na mão direita as sete estrelas…” (2:1,8,12,18; 3:1,7,14). Note que existe um paralelo entre quase todos esses títulos com a descrição simbólica de Cristo no capítulo 1 (vers. 12-20);
3.    Aprovação: “Conheço as tuas obras, assim o teu labor como a tua perseverança…” (apenas a igreja de Laodicéia não recebe aprovação);
4.    Condenação: “Tenho, porém, contra ti…” (as igrejas de Esmirna e Filadélfia não possuem nada condenável);
5.    Advertência e ameaça: “Lembra-te, pois, de onde caíste… se não…” (as igrejas de Esmirna e Filadélfia não recebem advertências);
6.    Exortação: “Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas.”;
7.    Promessa: “Ao vencedor dar-lhe-ei de comer da árvore da vida…”.

DUAS INTERPRETAÇÕES QUANTO AO SIGNIFICADO DESSAS IGREJAS

Há pelo menos duas interpretações sobre o significado das sete igrejas do Apocalipse. A primeira afirma que essas igrejas representam sete eras (períodos) sucessivos da história da Igreja de Cristo na terra.

1.    Éfeso representa a igreja apostólica (30 – 100 d.C.);
2.    Esmirna representa a igreja perseguida, a igreja dos mártires (100 – 312 d.C.);
3.    Pérgamo representa a igreja que se uniu ao estado (313 – 590 d.C.);
4.    Tiatira representa a igreja da Idade Média, corrupta e idólatra (590 – 1517 d.C.);
5.    Sardes representa a igreja da reforma (1517- 1730 d.C.);
6.    Filadélfia representa a igreja missionária (1730-1900 d.C., sendo que alguns estendem esse período até a volta de Cristo, ocorrendo paralelamente à Igreja de Laodicéia);
7.    Laodicéia representa a igreja apóstata (1900 d.C. até a volta de Cristo).

Obs.: (Apocalipse 3.1... Vemos um conflito na interpretação, quando lemos o texto e olhamos para a Igreja da Reforma.

Já no contexto da outra interpretação, as sete igrejas representam condições (realidades), que ocorrem em qualquer período da história da Igreja e se repetem constantemente dentro de seus contextos e não necessariamente representam períodos específicos.

JESUS CRISTO, O SUPRIDOR PLENO DE CADA UMA DAS IGREJAS

1.    Éfeso – Ele tem as igrejas na sua mão direita; Ele as sustenta; (2.1)
2.    Esmirna – Para essa igreja que estava próxima a passar por um grande martírio, Ele é aquele que havia experimentado a perseguição, morte e havia vencido; (2.8)
3.    Pérgamo – Ele é o Cristo Glorificado e que maneja a espada, revelando os valores de uma igreja que não deve ser participante das coisas do mundo; (2.12)
4.    Tiatira – Ele é o Juiz que tem olhos como chamas de fogo; (2.18)
5.    Sardes – Ele tem os sete Espíritos de Deus e o poder para ressuscitar crentes da morte para a vida; (3.1)
6.    Filadelfia – Ele é Santo, verdadeiro e tem a chave de Davi. Ele abre e ninguém fecha, fecha e ninguém abre; (3.7)
7.    Laodicéia – Ele é a Fiel e Verdadeira testemunha, arrancando da igreja a máscara da satisfação em si mesma. (3.14)

UMA MENSAGEM CENTRAL PARA CADA IGREJA

1.    ÉfesoAbandonastes o primeiro amor; arrepende-te; (2.4)
2.    Esmirna - Tereis uma tribulação de dez dias, sê fiel até a morte. (2.10)
3.    Pérgamo - Tens lá os que seguem a doutrina de Balaão, arrepende-te; (2.14-16)
4.    Tiatira - Toleras Jezabel; (2.20)
5.    Sardes - Tens nome de que vives, e estás morto; (3.1)
6.    Filadelfia - Eis que diante de ti pus uma porta aberta; (3.8)
7.  Laodicéia - Nem és frio nem quente, estou a ponto de vomitar-te. (3.16)

CARACTERÍSTICAS DE CADA IGREJA NAS SETE CARTAS

1.    Éfeso: Elogiada por seu bom trabalho, por rejeitar o mal, por sua perseverança e por ser paciente. Contudo, uma igreja que se esfriou no primeiro amor. Essa igreja foi recomendada a se arrepender e voltar a praticar as primeiras obras. É prometido a ela a árvore da vida.
2.    Esmirna: Elogiada por suportar o grande sofrimento a que estava sendo submetida. Ela não recebeu nenhuma crítica. É recomendada a ser fiel até a morte e resistir à perseguição. Recebeu como promessa a coroa da vida.
3.    Pérgamo: Elogiada por manter a fé e a confiança em Cristo. Foi criticada por ser tolerante a imoralidade, idolatria e as heresias. Como recomendação foi convidada ao arrependimento. Recebeu como promessa o maná escondido e uma pedra com novo nome.
4.    Tiatira: Elogiada pelo amor, fé e paciência que demonstrava. Também por seu serviço e as boas obras que melhoraram em relação ao início. Foi criticada por tolerar a idolatria e a imoralidade e recomendada a fidelidade, pois o julgamento está próximo. Recebem a promessa de que governarão nações e receberão a estrela da manhã.

5.    Sardes: Em Sardes alguns são fieis, Mas é criticada, por ser uma igreja morta. É recomendada ao arrependimento e fortalecimento ao que ainda lhes restam. Os fieis receberão vestidos brancos.
6.    Filadélfia: Elogiada pela perseverança na fé, obediência a Cristo e honrarem Seu nome. Não recebeu nenhuma crítica. É recomendada a fidelidade. É prometido a esta igreja, um lugar na presença de Deus, um novo nome e a Nova Jerusalém.
7.    Laodicéia: Não houve elogios a essa igreja, ao contrário, é criticada por ser morna, indiferente, e por não verem a condição miserável em que se encontrava. É recomendada ao arrependimento e serem zelosos. Aos vencedores, a promessa de que compartilharão do trono de Cristo.

ALGUMAS OBSERVAÇÕES:

v Das sete igrejas, Esmirna é a única cidade que permanece até os dias de hoje com a grandeza que tinha no tempo de João. Atualmente chama-se Izmir e é a maior cidade da Turquia Asiática. Crê ser esse o lugar do martírio de Policarpo, que fora separado para o episcopado pelo apóstolo João

v A pedrinha branca pode incluir vários significados, conforme os costumes da época:

- Elas foram usadas para indicar a inocência de pessoas acusadas de crimes; Jesus inocenta os seus seguidores fiéis.

- Pedras brancas foram dadas a escravos libertados para mostrar sua cidadania; os fiéis não são mais escravos do pecado, pois se tornaram cidadãos da pátria celestial (Filipenses 3:20).

- Elas foram usadas pelos romanos como um tipo de ingresso para alguns eventos; Jesus permite os fiéis a entrarem na presença dele para o seu banquete (veja 19:6-9).

- Também foram dadas aos vencedores de corridas e aos vitoriosos em batalha. Os fiéis são vencedores que receberão o prêmio (2 Timóteo 4:7-8).

Conclusão:

     Que esses maravilhosos estudos sejam fomentadores de um despertar em nossas vidas para "Sermos" de fato Igreja de Cristo na terra. Sejamos a diferença num mundo que precisa da Glória de Cristo. Maranata! Ora vem Senhor Jesus.


Pr. Waldyr do Carmo

Bibliografia geral, no na lição 11


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