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"Eu e minha nova vida" - Módulo Nova EBD

   "Nascemos de novo; da água e do Espírito. A vida que tínhamos  não temos mais. Tudo se fez novo e, sendo assim,  precisamos apren...

  "Nascemos de novo; da água e do Espírito. A vida que tínhamos  não temos mais. Tudo se fez novo e, sendo assim,  precisamos aprender a viver essa nova vida. Da mesma forma que, enquanto crianças,  nos deixamos ensinar o que é concernente à vida física, precisamos também nos deixar ensinar o que diz respeito à vida espiritual."

            Vale a pena baixar esse módulo de estudos para EBD. Um material simples e prático para o crescimento dos membros de sua igreja.

            Arquivos disponibilizados em formato livreto e apostila


CLIQUE NA IMAGEM ABAIXO
PARA BAIXAR O MÓDULO



EU E MINHA NOVA VIDA:

Vivendo como filho

 Lucas 15. 11-32

Introdução:

   Nascemos de novo; da água e do Espírito. A vida que tínhamos não temos mais. Tudo se fez novo e, sendo assim, precisamos aprender a viver essa nova vida. Da mesma forma que, enquanto crianças, nos deixamos ensinar o que é concernente à vida física, precisamos também nos deixar ensinar o que diz respeito à vida espiritual.

Nova Identidade - Jo 1.12

            Fomos criados por Deus, sendo assim, somos Suas criaturas. Mas, depois que recebemos a Cristo em nossas vidas, tornamo-nos filhos. Isso está bem explícito em Jo 1.12.  Agora somos filhos, e um novo tipo de relacionamento e direitos estão inseridos nessa relação. Veremos, nesta lição, o que Deus nos reserva e o quer viver conosco nessa relação de Pai e filho.
            Na parábola do filho pródigo, em Lc 15. 11-32, Jesus expõe verdades espirituais sobre sua posição de Pai e tudo o que está ao nosso dispor. Nela o pai é Deus e os dois filhos fazem alusão a nós.

            Nela aprendemos que os filhos de Deus têm:
I - Lar;

            Esse filho tinha um lar. Tinha um lugar de repouso e segurança. Tinha um abrigo, proteção e não precisava se preocupar.
            Como filhos, temos uma casa garantida (João 14.2), uma morada segura. Não precisamos nos preocupar, pois estaremos abrigados eternamente.

II - Acesso ao Pai – v.12;


            Quando o filho quis a parte dos bens, ele não foi a um servo mais próximo de seu pai, mas foi diretamente a Ele e, sem formalidade ou burocracia alguma, pediu o que desejava.
Assim como o filho pródigo, temos livre acesso a Deus. Podemos procurá-lo, no dia e hora que quisermos, e seremos ouvidos (Mt 6:6; Hb 4.15-16).


III - Bens - v.11;

            O Pai repartiu entre seus filhos seus bens. Gálatas 4.6 -7 diz que, por sermos filhos, Deus nos tornou também herdeiros. A nós Deus também deu Seus dons e talentos.


IV - Suprimento;

            O filho tinha, na casa do pai, todo suprimento que necessitava. Não precisava se preocupar com o dia de amanhã, pois o pai estava ali cuidando do seu futuro. Tinha tanto suprimento que, quando pensou em retornar, percebeu que, se tivesse o suprimento de um dos empregados, para ele já seria suficiente.

            Não tem como estarmos na casa do pai, sermos filhos e não sermos supridos por Ele. Os filhos de Deus podem estar certos de que nunca padecerão necessidade. Pois o Pai os suprirá.


V - Favor do Pai;


            O pai sempre procura uma forma de abençoar o filho e busca todos os meios possíveis para que isso aconteça. Na Bíblia não vemos, nos evangelhos, nenhum filho buscando a Cristo em favor de seus pais, mas vemos inúmeros pais buscando a bênção para seu filho. Deus é assim. Se você deseja a bênção sobre a própria vida, saiba que Deus a deseja ainda mais que você. O desejo Dele é de que você seja favorecido e agraciado.

            O filho pródigo, ao retornar à casa do pai, contentou-se em ser apenas um empregado, mas o Pai não permitiu e, mais uma vez, esse filho recebe o favor do pai, a mão estendida, o perdão.


VI - Alegria do Pai sobre a nossa vida;

            Só quem é pai sabe da alegria que sentimos com a felicidade dos filhos. Alegramo-nos neles. Sentimo-nos felizes com sua existência, e essa alegria não é por interesse ou por ambição de que um dia esse filho nos sustente ou coisa desse tipo, mas nos alegramos pelo simples fato de os termos. Simplesmente por serem nossos filhos.
           
            Na parábola, vemos claramente a alegria do pai ao ter o filho de volta, mesmo que sujo, fedido, sem nenhum dinheiro. O pai se alegrou pelo simples fato dele ser seu filho e estar de volta.  Deus, da mesma forma, alegra-se em nós, na nossa existência. Chega a ser difícil de entender, mas a Palavra diz que Ele se deleita em nós (Ez 20.41).

Conclusão:

Muitos filhos vivem dentro da casa do Pai, mas não desfrutam de tudo que o Pai pode oferecer. Muitos vivem como o filho mais velho da parábola, tendo tudo à sua disposição e não desfrutando de nada.

Você é filho. Então, viva como filho!
  
VIVENDO DE UMA NOVA FORMA

                “Portanto, fomos sepultados com ele na morte por meio do batismo, a fim de que, assim como Cristo foi ressuscitado dos mortos mediante a glória do Pai, também nós vivamos uma vida nova.” ( Rm. 6.4)


Introdução:


Nova vida requer novos pensamentos, anseios e posturas. Não tem como termos uma nova vida se continuarmos com velhas atitudes. Agora, justificados em Cristo, somos novas criaturas, as coisas velhas já passaram e tudo se fez novo; sendo assim, nova postura é exigida de nós pelo próprio Deus.

NOVA POSTURA – Ef 2. 1-6 / Ef. 4. 22-30


A pregação de Cristo era uma só: “Arrependam-se”. Arrependimento genuíno gera, automaticamente, mudanças. Se Cristo via neles uma necessidade de arrependimento, é porque agiam de forma inadequada. E, não só eles, mas nós também.
Quando, verdadeiramente, nos arrependemos da nossa vã maneira de viver, uma nova postura começa a ser exteriorizada.

Em Efésios 4.22-30, Paulo aborda uma nova postura em 4 áreas:

Þ V.23 - Novos pensamentos;
Þ V .25, 26, 28, 32 - Novas posturas para com o próximo;
Þ V. 29, 31 -  Nova postura pessoal;
Þ V. 30 - Nova postura para com Deus.

NOVO TESTEMUNHO 

          Testemunho é declaração, é depoimento. Se antes da chegada de Cristo às nossas vidas, emitíamos um testemunho, agora precisamos emitir outro. Se antes nos preocupávamos em não “manchar” o nosso nome, agora precisamos nos preocupar com o nome de Cristo. Carregamos, agora, conosco esse nome e precisamos zelar por ele.
       Sobre o testemunho cristão, algumas coisas precisam ser pensadas:

Þ Nosso testemunho, agora,  precisa  elevar Cristo e não ridicularizá-lo;


            É com muito pesar que digo que o nome de Cristo tem sido desprezado e ridicularizado pelos ímpios por causa do péssimo testemunho de alguns cristãos.

Þ   Nosso testemunho pode abrir portas para Cristo ou fechá-las;
           
            Muitos que se dizem cristãos têm fechado portas para que outros queiram se entregar a Cristo, tamanho tem sido seu mau testemunho. Pessoas não conseguem acreditar no Cristo puro, santo e que muda histórias, pois não conseguem ver isso na vida daqueles que têm a responsabilidade de o “revelar” ao mundo.

            Marcos 14.53-54 diz que todo o Sinédrio procurava testemunho contra Jesus para o matar, mas não encontraram. Se as pessoas procurarem testemunho contra nós, encontrarão?

            No reino babilônico vigiaram e vasculharam a vida de Daniel, procurando algo que o pudesse desqualificar, e NADA encontraram. E se fizerem isso com a nossa vida? O que encontrarão?

Se procurarem algo contra a nossa honestidade, fidelidade, submissão, o que encontrarão?

I Timóteo 3.7 diz: “Também é necessário que tenha bom testemunho dos de fora, para que não seja envergonhado nem caia na armadilha do Diabo.”

      Se forem aos familiares buscando testemunhos nossos, o que ouvirão? Se forem às lojas onde compramos, o que falarão?

          Carregamos, agora, o nome de Cristo, o Filho de Deus. Isso traz um peso de responsabilidade muito grande sobre nossos ombros, no que diz respeito ao testemunho.

            Sl 119.1, 80 - “Bem-aventurados os irrepreensíveis no seu caminho que andam na lei do Senhor; Seja o meu coração irrepreensível nos teus decretos, para que eu não seja envergonhado”.

             I Tessalonicenses 5.23 – “O mesmo Deus da paz vos santifique em tudo; e o vosso espírito, alma e corpo, sejam conservados íntegros e irrepreensíveis na vinda de nosso Senhor Jesus Cristo”.


            Filipenses 2.15 – “... para que vos torneis irrepreensíveis e sinceros, filhos de Deus inculpáveis no meio de uma geração pervertida e corrupta, na qual resplandeceis como luzeiros no mundo...”
 

            Martyn Loyd Jones diz em um de seus livros assim: “o maior método de evangelismo que a igreja possui é o seu testemunho”. O que atrai o ímpio é ver na Igreja o que eles não veem em lugar nenhum. Ver nos crentes aquilo que eles não veem em ninguém. Pense nisso.


CARÁTER CRISTÃO


          Segundo o dicionário, “caráter é um conjunto de características e traços relativos à maneira de agir e de reagir de um indivíduo. É um feitio moralÉ a firmeza e coerência de atitudes.

          Sendo assim, caráter é mais que falar, é ser. É o que está oculto, enraizado e que nos faz agir da forma que agimos.


          Aquele que foi nascido de novo precisa BUSCAR o caráter de Cristo pra si. Significa querer e apreender esses valores para a sua vida. É ter os valores cristãos impregnados em seu coração a ponto de, NATURALMENTE, deixá-los transparecer em nossa vida.


          Talvez alguns achem difícil ter o caráter de Cristo, mas não é. O Pr. Esaú Bezerra diz que “caráter é decisão”. É dizer: “A partir de hoje, eu não roubo mais, não minto mais, não serei mais infiel... É decisão!  É deixar que seu caráter seja forjado por Ele e buscar, ardentemente, que isso aconteça.


         Conclusão:

            Como tem sido nossa nova vida? Quando olhamos pra nós mesmos, será que conseguimos ver Deus satisfeito com a vida que temos levado?


SINALIZADORES DA NOVA VIDA


            "Nenhuma árvore boa dá fruto ruim, nenhuma árvore ruim dá fruto bom. Toda árvore é reconhecida por seus frutos. Ninguém colhe figos de espinheiros, nem uvas de ervas daninhas.”  (Lc 6. 43-44)


          Introdução:


            A partir do momento em que nos entregamos a Cristo, entramos numa nova dimensão, uma nova realidade de vida. Novos valores e práticas começam a permear a vida daquele que tem, agora, Cristo morando em seu coração. 

OBEDIÊNCIA – I Jo 5.3


            Colossenses 3.6 diz que a ira de Deus virá sobre os filhos da desobediência. É assim que Paulo denomina os ímpios – filhos da desobediência.

             Deus nunca se agradou da desobediência. Saul perdeu o trono, Sansão perdeu a honra e a vida por causa dela. Como filhos regenerados, não devemos permitir que ela faça parte da nossa vida.

            Obediência é consequência do amor. Todo aquele que ama a Deus O obedece. Por isso o primeiro mandamento é amar a Deus! Jesus foi obediente até a morte (Fp 2.8). E você? Como vê as leis do Senhor? Como olha para Suas normas e preceitos?

            Na Bíblia, Deus nos expõe o que Ele pensa sobre: Missões - Mc 16.15; Santa Ceia - Lc 22.19; Ajuda ao próximo -  Lc 10.37; Pecado -  Jo 8.11

            Estamos obedecendo? Um sinalizador de que realmente estamos vivendo uma nova vida é quando olhamos pra nossa vida e conseguimos ver nela a obediência a Deus.

AMOR

            Se Deus é, em sua essência, amor (I Jo 4.16), isso significa que o resultado de uma nova vida é andarmos em amor. Ao nascer de novo, passamos a ter a vida de Deus em nós. Cristo não só nos proporcionou essa vida, mas também nos ensinou a como manifestá-la: ela deve ser vivida em amor.

Diante dessa realidade tão profunda, no contexto da nova vida, algumas perguntas são levantadas: “Estou amando quando julgo? Estou amando quando dou calote em alguém? Estou amando quando menosprezo alguém? Estou amando quando não faço o bem? Estou amando quando não me importo?”


FRUTIFICAÇÃO CONSTANTE


            Um outro sinalizador de que estamos em novidade de vida é o fato de estarmos frutificando. Não há como vivermos “abrigando” Deus em nosso interior e não frutificarmos, e não gerarmos vida por onde passarmos.

            Essa frutificação se dá em todas as estações da vida, juventude ou velhice (Sl 92. 14). Nas diferentes “estações” da vida (Fp 4.13), isso acontece, porque o poder que atua dentro de nós é extraordinariamente maior do que o poder que está atuando do lado de fora.


DESEJO PELA SANTIFICAÇÃO – I Ts 4.3


            E por fim, mas não menos importante, e, talvez, seja até o principal, é o desejo por mudanças – santificação. Sabedor de que o pecado atrapalha o relacionamento com Deus, aquele que nasceu de novo tem    o desejo constante de santificação para que nada se interponha nessa nova comunhão. E, com a presença do Espírito Santo, essa busca por santificação torna-se algo diário. Coisas com as quais, antes, não nos importávamos, agora, passam a ser significativas. Coisas que achávamos pequenas, passam agora a ter grande valor. Pequenas mentiras, atitudes erradas e “feias” passam, agora, a nos incomodar.

          Conclusão:

            Quando olhamos para nossa vida, conseguimos ver nela obediência aos preceitos do Senhor, amor, uma frutificação constante, um desejo insaciável por santificação?  Se elas estão presentes, aleluia, podemos nos alegrar; estamos vivendo uma nova vida!

VIVENDO O REINO

Ele nos libertou do império das trevas e nos transportou para
o reino do Filho do seu amor,” (Colossenses 1.13).


         Introdução:

            Há mais de 110 referências no Novo Testamento sobre o Reino e, apenas no Evangelho de Mateus, essa expressão é citada 33 vezes. Jesus, por 3 anos, passou por toda a região onde vivia, pregando esse Evangelho do Reino. O que é isso? Como ele acontece? É para hoje ou apenas para o milênio?  É isso que iremos estudar nessa lição.

O que o Reino de Deus não é:

            Em Romanos 14.17 diz que o reino de Deus não é comida nem bebida. Sendo assim, dizer que estamos vivendo o reinado de Deus não significa sermos prósperos, termos fartura, prosperidade, saúde, “aparentes vitórias” ou qualquer coisa nesse sentido, pois o reino de Deus não consiste nisso.  Jesus, interrogado pelos fariseus a respeito de quando viria o reino, disse: “O reino não vem com coisas visíveis... mas ele está no meio de vós (Lc 17.20-21).  O reino de Deus não é nada físico nem aparente, e sim espiritual.

  Definição:

            W. E. Vine diz que a palavra traduzida como reino é, principalmente, um substantivo abstrato significando soberania, poder real e domínio. Sendo assim, não estamos errando ao dizer que o Reino de Deus é estabelecido quando Ele está soberanamente tendo o domínio.
            Viver o reino de Deus é permitir que Ele tome as decisões, e tenha a Sua vontade realizada sobre a nossa vida. E é por meio desse reinado que Ele cumpre na Terra Seus propósitos através de cada um de nós.

 Considerações sobre o Reino:

I -   Cristo trouxe o Reino à Terra (Mt 4.17);


            “ É chegado o reino dos céus”. Haverá um reino milenar onde Cristo, juntamente com os Seus, reinará. Isso é bíblico, mas existe também um reino espiritual, desejado por Deus, acontecendo HOJE na vida daqueles que recebem a Cristo. Então, podemos, desde já, viver esse reinado, pois Ele está entre nós e dentro de nós (Lc 17.20-21).

II - Viver o reino é fazer a vontade do Rei;

                Não existe reinado onde o rei não governa, onde sua vontade não é executada. Se Deus reina, então, a Sua vontade precisa prevalecer. Com Cristo foi assim: a vontade do Pai sempre estava acima da sua (Lc 22.42/Jo 6.38). Enquanto a vontade Deus não estiver prevalecendo à nossa, Ele não estará reinando. Quando você está diante de uma decisão a ser tomada, e você tem um desejo e Deus tem outro, qual prevalece?

III - Todo reino tem os valores do Rei;

            Assim como um executivo conduz a empresa de acordo com seus valores, o reino de Deus também tem as Seus valores: justiça, paz e alegria no Espírito Santo (Rm 14.17). Se Cristo reina em mim, então, esses valores precisam ser vistos em mim. Cristo vivia a justiça, tinha paz, mesmo sabendo de tudo o que iria lhe acontecer e, independente das circunstâncias, vivia em completa alegria no Espírito.
            O propósito de Deus é de que esses mesmos valores sejam vividos por nós.
            O versículo base nos fala de um “translado”. Estávamos num local (Império das Trevas) e agora estamos noutro (Reino do Filho). Temos um dono, vivemos debaixo do comando de um rei: Jesus. Mas o Rei só será o comandante se permitirmos. Você tem vivido o Reino de Deus?

PASSOS PARA QUE O REINO DE DEUS
SE CUMPRA EM NÓS

I – Arrependimento (Mt 3.2; At 3.19);

            A mensagem de João Batista, de Cristo e dos apóstolos era uma só e. Todos eles concordavam que, para que Ele, Cristo, fosse o Rei, era necessário, em primeiro lugar,  o arrependimento.
            O arrependimento é a porta de entrada para que Cristo comece a entrar na nossa vida e, a partir daí, com nossa permissão, o Reino comece a ser instaurado.
            Você já se arrependeu dos seus pecados?


II – Sermos pobres em espírito (Mt 5.3);
           
            No Novo Testamento grego, percebe-se que não há a preposição “de” inserida na tradução portuguesa, mas um dativo para a preposição “em” (tanto que algumas versões mais atuais já vêm trazendo a tradução “em” espírito ou “humildes de espírito”), e aí muda um pouquinho a nossa compreensão para esse versículo tão importante. Com a preposição “de”, ser pobre de espírito pode gerar uma falsa interpretação de que seria aquele que é espiritualmente vazio, mas com a preposição “em” fica bem mais claro para entendermos o que Mateus narrou, que seria ter um espírito manso, humilde, submisso, sem altivez ou coisas desse tipo. E, se lermos com cuidado esse versículo, veremos que ali diz que deles é o reino. O reino já é deles. Essas pessoas já estão arrebanhadas no Reino de Deus. E por quê? Porque essas pessoas, pobres em espírito, recebem a mensagem do Evangelho sem resistência e se submetem. Entregam seus direitos a esse Rei e não têm nenhuma dificuldade em fazer isso. Por isso os pobres em espírito são bem-aventurados. Cristo consegue reinar em seus corações e daí a afirmação “deles é o reino”! Aleluia!

Para que o Reino de Deus seja real, precisa-se de uma completa submissão, de um empobrecimento pessoal cedendo lugar à riqueza de Cristo. Você tem sido pobre em espírito?

III – Viver de acordo com as prioridades desse reino (Cl 3.1-3);

            O cidadão do reino, agora, tem novas prioridades, novas metas, novos anseios. Paulo diz em Colossenses 3 que aquele que foi crucificado com Cristo, isto é, aquele que tem Cristo reinando em si:

· Pensa nas coisas dos céus – v. 2;
· Busca as coisas dos céus – V.1;
· Permite que sua vida carnal morra para, agora, viver a vida de Cristo v. 3. Isso é viver o Reino de Deus. Você, como uma nova criatura que agora é, tem vivido o Reino?

         Conclusão:

            Os que vivem o Reino, são aqueles que permitem que Deus e a Sua Palavra tenham domínio sobre suas vidas! São aqueles que foram crucificados com Cristo; logo já não são eles, quem vive, mas é Cristo que vive neles.  E a vida que agora vivem na carne, vivem na fé do Filho de Deus, que os amou e se entregou por eles. (Gl 2.20)

                                                           
Kenia Costa Gregório

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